sábado, 11 de abril de 2009

ATENÇÂO

Daqui para terça, todos os membros atuantes do Game Team terão de ler um artigos relacionado com alguma área de pesquisa que temos hoje.
Postarei alguns artigos no HD Virtual da Game Team para que possamos escolher e começar-mos a ler...
é importante isso para a criação da resenha que criaremos.

Cada pessoa pode escolher um artigo e coloca-lo em sua pasta (que já está criada), e enquanto lemos teremos que escrever o que entendemos e se possivel questionar ou mesmo apoiar...e não pode ser muito grande...

temos um prazo de 4 dias contando com o dia de hoje...

portanto...apressem-se.

Para entrar em contato comigo, me adicionem no msn.

Att,
Malcolm

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Evolução dos games



Aquela imagem do aficionado por computadores cuidando de todas as etapas da produção do game não é a realidade do mercado. Existem funções definidas
(que ate se relacionam entre si) para cada fase do desenvolvimento
do game.
"Não há um profissional multitarefa na indústria".
De modo geral, as funções são distribuídas em quatro áreas. Três ligadas ao produto
e a outra ao gerenciamento do negocio.Click aqui e confira um resumo masi apurado da materia.

arquivo completo para download
http://www.4shared.com/file/96605440/af87d293/A_evoluo_do_games.html
http://www.4shared.com/file/96605722/1595aa60/Profissionais_da_rea_de_games.html

Desenvolvimento - Blender 3D


Uma grande engine que utilizo e recomendo é o Blender 3D.

Uma ferramenta Open-Source para a criação de objetos 3D (Mechs), o Blender tem conquistado cada vez mais amantes de desenvolvimento de games. Além de criar mechs, o Blender tambem possui um render, que proporciona ao usuário a visualização de suas criações em ambientes, no qual pode-se acrescentar luz, acertar posicionamento de câmera, etc. Tambem possui ferramentas para ser utilizado como um CAD.

Como a linguagem padrão do Blender é o Python, programadores tambem podem melhorá-lo da maneira que desejarem.

O Blender tambem possui um motor interno destinado a criação de Games, chamado Game Engine.

Para quem quer aprender a ferramenta Blender 3D, abaixo posto o link da apostila de Blender 3D, usada na XVII SEMANA DO SABER FAZER SABER de 2006 realizado no Campos do CEFET de Goytacazes, elaborado por Monielle Gomes da Silva, e os Mestres em Ciência de Engenharia Silvia Cristina Freitas Batista e Gilmara Teixeira Barcelos.

OBS: A apostila apresenta a versão 2.42a do Blender 3D.

Acesse a apostila em: Utilizando Software de Modelagem Tridimensional: Wings 3D e Blender 3D

Faça o download da ultima versão (2.48a) da engine: Blender 3D

Desenvolvimento - Allegro.h

Uma das bibliotecas mais conhecidas para desenvolviemento de jogos da linguagem C++, a Allegro ainda é uma das mais estudadas, pois além de ser relativamente facil de aprender tambem conta com recursos muito poderosos de desenvolvimento.
Allegro, que foi inicialmente projetada para ser usada no desenvolvimento de games 2D, hoje possui integrações com OpenGL (AllegroGL.h), o que proporciona um desenvolvimento de games ainda mais sofisticados em 3D.
Foram criadas para a Allegro, tambem, bibliotecas de aperfeiçoamento, que fazem com a mesma evolua constantemente...como por exemplo as integrações com arquivos .ogg (videos), .mp3(musicas), .jpg, .png, (imagens).

Se quiser estudar esta biblioteca, estamos disponibilizando uma apostila feita por Tiago da Conceição Mota em 2002 (um pouco antiga mas é muito boa).

Acesse a Apostila aqui: Apostila da Allegro.h

A História dos Jogos Eletrônicos - PARTE 5




Jogos famosos do NES e sua vinda ao Brasil

Como pudemos observar anteriormente, o Famicom/NES salvou a indústria de videogames. Não apenas fez isso, como também criou a base na qual se sustentaria todo um novo mercado, ou seja, as pessoas voltaram a gostar de videogames, situação mantida até hoje.

E boa parte desse sucesso, sem dúvida, foi devido aos seus jogos. Hoje verdadeiros clássicos e até alçados à alcunha de “cult”, dão saudade a qualquer um que já os tenha jogado, e vários se tornaram franquias famosíssimas, figurando até hoje entre os consoles de última geração. Este é o caso das séries Castlevania, Mega Man, Ninja Gaiden, Metroid, The Legend of Zelda, Final Fantasy, Dragon Quest, Teenage Mutant Ninja Turtles e Super Mario Bros., só para citar algumas.


Veja mais: A HITÓRIA DOS VIDEO GAMES PARTE 05


A História dos Jogos Eletrônicos - PARTE 4




Conforme visto na 3ª parte de nossa história, em 1984 houve o crash dos videogames nos EUA encabeçado pelo Atari 2600, que o levou, bem como a vários outros para uma queda vertiginosa de vendas e interesse do público: no período em que o console da Atari reinou absoluto, houve a tentativa de muitas empresas para tentar abocanhar uma fatia do mercado dele (Intellivision, Arcadia 2001) ou até suplantá-lo, como foi o caso do Colecovision, ótimo videogame e que inaugurou a 3ª geração de consoles, pois era superior ao Atari 2600. A própria Atari até tentou de novo ao lançar mais um console, o Atari 5200 para competir com o Colecovision, e a GCE/Milton Bradley lançou o Vectrex, que era inovador por usar gráficos vetoriais ao invés de pixels como todos os outros, mas o crash de 1984 caiu como uma bomba sobre todos, enterrando-os definitivamente e encerrando também a curtíssima 3ª geração.

Veja mais: A HITÓRIA DO VIDEO GAME PARTE 4

quinta-feira, 2 de abril de 2009

A História dos Jogos Eletrônicos - PARTE 3




Todos vimos anteriormente a importância de Nolan Bushnell para a história do entretenimento eletrônico. Ele não apenas aprimorou um gênero de diversão que ainda engatinhava, como também o revolucionou: todo mundo quis ter um Atari 2600! Vimos também que por ainda julgar sua empresa pequena e sem competitividade, ele a vendeu à Warner Communications, que empreendeu uma feroz publicidade para o console, fazendo suas vendas e a de seus cartuchos atingirem números nunca antes imaginados.


Só que por incentivar esta produção em massa de jogos para seu console, a Atari acabou dando um “tiro no próprio pé”: ao mesmo tempo em que eram lançados bons títulos, um número ainda maior de jogos horríveis e medíocres também chegava às lojas, comprometendo a credibilidade não apenas do Atari 2600, mas também da própria indústria de videogames. Isso sem contar que nesta época, os computadores domésticos já estavam se popularizando, e as pessoas preferiam um aparelho que as permitisse não apenas jogar, mas realizar várias outras funções.


Veja mais: A História dos Video Games - Part3